Um jovem que escreve antes que o tempo possa apagar sua chama da juventude, sua sede de respostas, sua vontade de contestar e protestar... Um cara que viaja longe e sonha acordado, que chega a conclusões inúteis. Um boêmio noturno, um romântico diurno... - Marcos Vinicius Contador de visitas
Contador de visitas

  1.  

    Dia 8 de março…

    Ah que belo dia para nascer não? Apesar das zuações que já sofri vez ou outra com gente me dando feliz dia da mulher. Sinto-me honrado de ter nascido no dia 8 de março, dia da coisa que eu mais gosto nessa vida, as mulheres. O assunto que mais gosto de escrever, vai ver é porque eu gosto de escrever sobre coisas que não fazem sentido, coisas curiosas, ilógicas e com eternos mistérios a desvendar. 

    Dizem sim quando querem dizer não, dizem não quando querem dizer sim, e ainda ficam bravas quando não conseguimos descobrir quando isto esta acontecendo. Além de pedir opiniões sobre decisões que já tomaram e etc… Vai entender, mas é exatamente disso que nós homens acabamos gostando, essas coisas assim sem explicações naturais de vocês mulheres.

    Minha mãe costumava dizer que eu era o presente de dia da mulher dela, não me importaria nenhum pouco se as demais mulheres, principalmente aquelas na faixa dos 15 aos 25 anos me tomassem como um presente também. Huahsuhsuhaushuhsua….

    Por fim, parabéns mulheres pelo seu dia!

  2.  

    Papel em Branco…

    O papel em branco é o meu refugio.
    Nele eu conto e marco ponto.
    Nele encontro meu recinto.
    Sem apertar o meu sinto.

    Simplesmente a flutuar.
    Como água viva no mar.
    É assim que eu devo estar.

    Lá eu traço minhas linhas.
    Que me deixam respirar.
    Lá oculto as entrelinhas.
    Pra você ir desvendar.

    Lá eu trilho o meu caminho.
    Lá eu divago sozinho.
    Sobre amor sistema e dor.
    Sobre ódio e rancor.
    O papel é o meu remédio.
    A caneta leva o tédio.

    E a impotência sobre o mundo,
    sobre o mundo que é cruel.
    A caneta tem o papel.
    De me anestesiar.
    Toda vez que eu rimar.
    Sinto me aliviar. 


    - Marcos Vinicius Tolentino 

  3.  

    Ressaca mental

    Tudo me é tédio, tudo é igual.
    Tomo meu remédio, pra minha ressaca moral.
    Como o mundo é banal. Conclusão fatal.
    Pseudo intelectual.

    Olhe pra mim, repetindo os erros que tanto critiquei
    Caindo na armadilha que eu mesmo armei.
    Tanto tempo calado não poderia dar certo.
    A partir de agora quero ver de perto, Dentro do meu monologo matinal.

    A Coisa que me queima o coração.
    Causa confusa indecisão
    Não sei se é ódio, piedade ou comoção.

    Monologo de confusão,
    O qual meus eus se confundem em uma densa discussão.
    De que lado de mim estou? Qual dou eus agora sou?
    Qual se foi e qual ficou?
    Então respondo a mim mesmo que sou eu o que restou. 

    Dor de cabeça mental.
    Desconforto espiritual.
    É só uma velha e conhecida.
    Ressaca mental.

    - Marcos Vinicius Tolentino

  4.  

    weeks fly by and years roll on: domingos eternos →

    niqueisnobalde:

    Então acontece que as pessoas mudam, por uma simples necessidade de sobrevivência social. Sério, eu entendo. Não estou julgando ninguém, pois é muita ingenuidade esperar das pessoas o pra sempre. Também não digo que o amor não é pra sempre, ele é, pelo menos uma visão distorcida da realidade de…

    Source: niqueisnobalde

  5.  

    Cascos, cascas, e mascaras.

    Cascos tiram cascas, e se vai a proteção.
    Vulneráveis se expõe a verdade e compreensão.
    Tudo escorre pela mesa e pinga com a cerveja.
    No dialogo exaltado e nos gestos alterados.

    Sobe a mesa externa do bar.
    O frio não vai incomodar.
    Se o cinzeiro a garçonete alcançar.  

    O papo intelectual, uma critica moral.
    Partindo do convencional, corriqueiro imoral.
    Trocadilho banal, conotação sexual.
    Olhares se cruzam e uma intriga pessoal.

    Que ninguém quer perceber,
    Traz mais uma pra beber.
    Pois com as cascas caíram com as mascaras.
    Mas todos fingem não perceber.

    - Marcos Vinicius Tolentino  

  6.  

    O ciúme…

    “Mas eu me mordo de ciúmes” - (Ultraje a Rigor)

    É eu voltei! E voltei pra falar de ciúmes, [olha que palavra engraçada “ciúmes”]. 
    Tão polêmico quanto mamilos, o ciúmes faz parte de qualquer relação saudável. Só que o ciúme é como uma droga, tem que saber a dose certa, não pode viciar. Se não você fica dependente e o ciúme vira possessão, e a possessão vira psicose, e então você acaba matando a pessoa amada.

    Entendeu? Ciúmes e drogas, os dois matam. Mas sabendo usar é bom e todo mundo gosta \o/.

    Toooodo mundo gosta de ciúmes na dose certa. Até porque se estamos com uma pessoa que não sente ciúmes nenhum de nós, nos sentimos abandonados. Não é não? E isso vale pra qualquer tipo de relação afetiva, e quem dirá profissional. Ciúmes profissional é um bom sinal amigo! É sinal de que seu trabalho é muito foda, e você é o cara dentro do seu meio profissional.

    E o clássico e não menos importante ciúmes entre amigos: “Ãh agora tu só que sabe de anda com o fulano, nem liga mais pra mim mimimi”   
    O ciúmes é o melhor sinal que nos mandam, pra entendermos que estamos sendo amados. E se você ama alguém demonstre seu ciúme, ciúme sudável é claro, mas disso ja conversamos.

    - Marcos Vinicius Tolentino    

  7.  

    Quebrando ossos

    Procurando o que chamam de juíso.
    Me perdi no paraíso.
    Nada parecido com o que era,
    Sem demora e sem espera,
    Tendo tudo que se queira.

    Faz sentido para mim. 
    Esta tudo bem assim.
    Posso sentir o seu show,
    Sua vibe rock n’ Roll

    Joven dos anos 60,
    Sua mente me atormenta. 
    Mas é assim que quero ficar,
    Na tormenta a voar,
    Colidindo com destroços
    E quebrando os meus ossos.  

    - Marcos Vinicius Tolentino 

  8.   O barulho do silencio me enlouquecê.O teu fogo no escuro me aquece…E a presença da tua ausência me adoece.
- Marcos Vinicius Tolentino

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    O barulho do silencio me enlouquecê.
    O teu fogo no escuro me aquece…
    E a presença da tua ausência me adoece.

    - Marcos Vinicius Tolentino
  9.  

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    (via quesejadocesempre)

    Source: caligrafando

  10.  

    Ultimamente não paro de ouvir essa musica. Esse som é dos meus amigos da banda Acrômica. Simplesmente muito foda! Os caras tem talento, da para ‘ouvir’ de longe. E essa é só a primeira musica gravada, que se chama “Metrópole”.

    O nome da banda é sugestivo tendo em vista o atual momento musical multicromático vivemos.    

    Membros: 
    Vocal - Gustavo
    Baixo - Murilo
    Guitarra - Neto
    Bateria - Misael 

    Metrópole 

    “Tá” todo mundo voando sem asas,

    “Tá” todo mundo parado em casa,
    E olhando pro mesmo lugar,

    Escapou do mundo sentado em casa,
    E leu revistas rasgadas, molhadas de sangue,
    Jogadas no sofá.

    Olhou lá fora e se assustou,
    O mundo inteiro pra viver sozinho,
    Então correu até que o seu sorriso fosse embora,
    E voltou antes que não pudesse mais viver assim,
    Correndo sem chegar no fim,
    Correndo sem chegar no fim.

    “Tá” todo mundo fingindo ter graça,
    E procurando respostas sensatas,
    E lutando pra continuar,

    Escapou do mundo sentado em casa,
    E relembrando do tempo perdido,
    Fingindo estar bem sozinho.

    Olhou lá fora e se assustou,
    O mundo inteiro pra viver sozinho,
    Então correu até que o seu sorriso fosse embora,
    E voltou antes que não pudesse mais viver assim,
    Correndo sem chegar no fim,
    Correndo sem chegar no fim.

    Autor: Gustavo ( @gustavo_head )